Há duas décadas, quando eu ainda estava construindo minha formação como economista e me iniciando nos caminhos que me levariam à Amazônia, a reputação se erguia sobre alicerces sólidos. De um lado, relacionamentos de longo prazo com comunidades ribeirinhas que nos ensinavam sobre a floresta, compromissos com os extrativistas que dependiam da biodiversidade para sua subsistência. De outro, vínculos de confiança com parceiros ao redor do mundo.
Leia mais (01/08/2026 - 08h00)
Otimizar para a vida, não para o algoritmo
Published 3 days ago
Source: feeds.folha.uol.com.br
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