
Entenda o que é a a aliança dos países do ocidente, a OTAN O Departamento de Guerra dos Estados Unidos planeja reduzir a participação do país em algumas estruturas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), informou o jornal The Washington Post na noite desta terça-feira (20). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Segundo o jornal, o Pentágono quer que os EUA deixem grupos consultivos da aliança militar. A medida foi classificada pelo Post como um sinal do presidente Donald Trump de reduzir a presença militar norte-americana na Europa. Ainda de acordo com a reportagem, os planos do governo dos EUA devem atingir ao menos 30 estruturas da Otan, incluindo Centros de Excelência responsáveis por treinar forças da aliança em diferentes áreas de guerra. Fontes do governo disseram que a estratégia não prevê uma saída imediata desses órgãos, mas a não renovação de contratos à medida que forem vencendo. Com isso, o processo pode levar anos para se concretizar. Grupos voltados para operações especiais e de inteligência também devem ser afetados. Embora as medidas tenham sido reveladas em meio à crise entre os Estados Unidos e aliados europeus provocada pelo interesse de Trump em adquirir a Groenlândia, fontes afirmaram que as ameaças do presidente não estão relacionadas à decisão do Pentágono. Nesta terça-feira, Trump afirmou que fez mais pela Otan “do que qualquer outra pessoa viva ou morta”. Questionado por um repórter sobre até onde estaria disposto a ir para adquirir a Groenlândia, o presidente respondeu: “Vocês vão descobrir”. Trump também disse que não participará de uma reunião do G7 proposta pelo presidente francês, Emmanuel Macron, para discutir a questão da Groenlândia. LEIA TAMBÉM Premiê diz que Groenlândia deve estar preparada para possível invasão dos EUA O pior ainda está por vir, diz premiê da Dinamarca sobre ameaças de Trump à Groenlândia Parlamento Europeu deve congelar acordo comercial com EUA em retaliação às ameaças de Trump Black Hawk UH-60 voando na região do Pentágono, nos Estados Unidos, em maio de 2022 Alex Brandon/AP VÍDEOS: mais assistidos do g1
