Belém é a capital mais cara para viver de aluguel, aponta FipeZap; veja ranking e preço

Published 2 hours ago
Source: g1.globo.com
Belém é a capital mais cara para viver de aluguel, aponta FipeZap; veja ranking e preço

Belém foi a sede da COP 30 Crédito: Divulgação Belém a capital brasileira mais cara para viver de aluguel. É o que aponta o Índice FipeZAP divulgado nesta quinta-feira (15) e que analisou 36 cidades brasilerias, incluindo 22 capitais. O ranking coloca Belém como a segunda cidade mais cara do país, atrás apenas de Barueri. Já analisando apenas capitais, morar na cidade das mangueiras está mais caro, inclusive, do que viver em São Paulo, maior capital do país. Belém tem o metro quadrado mais caro entre as capitais: R$ 63,69/m² Em seguida, estão São Paulo (R$ 62,56/m²) e Recife (R$ 60,89/m²). Muitos moradores de Belém perceberam o peso no bolso antes da COP 30. Alguns inquilinos precisaram, inclusive, deixar os locais onde viviam há anos por conta do reajuste do aluguel relacionado ao aumento da procura por hospedagem para o evento da Onu - relembre no vídeo abaixo. Quando a COP começou, o valor do aluguel de alguns imóveis para o período do evento caiu 50% em uma plataforma de hospedagem. Inquilinos dizem que foram obrigados por proprietários a deixar imóveis alugados em Belém Veja o preço médio do aluguel por cidade (m²), conforme dados de dezembro: Preço do aluguel residencial sobe 9,44% em 2025, mais que o dobro da inflação; veja cidades mais caras Mangueiras fazem corredores nas ruas de Belém. Everaldo Nascimento/ O Liberal Aumento maior que a inflação O FipeZAP acompanha o preço médio de locação de apartamentos prontos em 36 cidades brasileiras, com base em anúncios veiculados na internet. Entre as capitais monitoradas, as maiores altas no ano foram em Teresina (21,81%), Belém (17,62%), Aracaju (16,73%) e Vitória (15,46%). 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Ainda segundo dados do Índice FipeZAP, os novos contratos de aluguéis residenciais ficaram, em média, 9,44% mais caros em 2025. O aumento anual foi mais que o dobro do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, que avançou 4,26% no ano. Com isso, a alta real dos novos aluguéis (descontada a inflação) foi de 4,97%. Veja na arte abaixo a alta dos valores nas cidades. Avanço no preço do aluguel residencial em 2025 Arte/g1

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