Há uma ironia trágica e, simultaneamente, vital no fato de o Teatro Oficina Uzyna Uzona ter escolhido o ano de 2025 para encenar o afogamento de uma família. Dois anos após o desaparecimento físico de José Celso Martinez Corrêa (1937?2023), a companhia viu-se diante de um mar revolto, confrontada pela pergunta que pairava sobre todo o cenário cultural brasileiro: como navegar sem o seu timoneiro histórico? A resposta veio através de um mergulho vertical no abismo.
Leia mais (01/10/2026 - 11h00)
A tragédia que lavou a alma de 2025
Published 2 days ago
Source: feeds.folha.uol.com.br
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