A odisséia vivida por Roberto Farias Tomaz, 19, que desapareceu na virada do ano no pico Paraná, ponto mais alto da região sul com 1.877 metros de altitude, e conseguiu chegar sozinho a uma fazenda ferido, debilitado e a muitos quilômetros do percurso pelo qual mais de 100 bombeiros militares e cerca de 300 voluntários o procuravam, trouxe à tona um tema recorrente nos grupos de montanhistas: é justo deixar um companheiro de jornada para trás?
Leia mais (01/07/2026 - 23h00)
A quase-morte instagramável e o plantão do anjo da guarda
Published 2 days ago
Source: feeds.folha.uol.com.br
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