
Dupla é presa na região de Sorocaba em operação que investiga esquema de furto de petróleo Duas pessoas foram presas nesta quinta-feira (22), na região de Sorocaba (SP), durante uma operação do Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil em conjunto com o Ministério Público do Rio de Janeiro. A ação investiga o furto de petróleo por meio de perfurações clandestinas em oleodutos da Transpetro que passam por uma fazenda em Guapimirim, na Baixada Fluminense. Na região de Sorocaba, a Operação Haras do Crime cumpriu três mandados de prisão e dois de busca e apreensão. Um dos suspeitos presos mora em Sorocaba e o outro em Mairinque (SP). Conforme apurado pela TV TEM, além do Rio de Janeiro e de São Paulo, houve cumprimento de mandados em Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Maranhão, Santa Catarina e Sergipe. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Segundo as investigações, as perfurações eram feitas dentro de um haras. Os investigados presos na região de Sorocaba eram responsáveis pelo transporte do petróleo em caminhões-tanque por rodovias interestaduais. O prejuízo causado pelos desvios ultrapassa R$ 6 milhões. Operação do GOE da Polícia Civil em conjunto com o Ministério Público do Rio de Janeiro prendeu duas pessoas na região de Sorocaba (SP) Polícia Civil/Divulgação Ao todo, sete pessoas foram presas durante a operação. De acordo com a apuração da TV TEM, os suspeitos foram encaminhados ao Centro de Detenção Provisória de Sorocaba. Investigação Agentes da Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) e promotores do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ) cumpriram 13 mandados de prisão e 16 de busca e apreensão. “A operação teve início em 2024, a partir de uma prisão em flagrante por furto de petróleo ocorrido dentro de uma propriedade rural localizada em Guapimirim, conhecido como Fazenda Garcia, pertencente a uma família de contraventores conhecida do Rio de Janeiro”, afirmou o delegado Pedro Brasil. “A partir dessa prisão em flagrante, iniciou-se uma investigação onde conseguimos desbaratar toda uma organização criminosa responsável pela extração desse material”, emendou. Segundo a polícia, o grupo possuía uma estrutura organizada, com divisão de tarefas, hierarquia operacional e atuação interestadual. As investigações apontaram a existência de um “ciclo criminoso integrado”, que começava com a perfuração clandestina do duto e a proteção armada do ponto ilegal, seguida pelo carregamento rápido do petróleo em caminhões-tanque, que utilizavam rotas interestaduais. Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
