
Garimpos ilegais são fechados em operação federal no sudoeste do Pará A Polícia Federal, o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) realizaram operações de combate ao garimpo ilegal e também contra trabalho análogo à escravidão. As ações federais foram divulgadas nesta sexta-feira (23) pela PF. Helicópteros foram usados para chegar aos locais de difícil acesso. Cinco garimpos clandestinos foram fechados e itens foram apreendidos na terra indígena. Ninguém foi preso. A ação contra garimpos ilegais foi na terra Indígena Trincheira-Bacajá, no interior do Estado, realizada pela PF e MPF. Já a Operação Libertas, voltada ao combate ao trabalho em condição análoga à escravidão, foi em Medicilândia e Brasil Novo feita pela PF e MPT. Clique e siga o canal do g1 PA no WhatsApp Veja mais notícias do Pará no g1 Operação contra garimpo foi feita pela MP e MPF em terra indígena no Pará PF/Divulgação A operação Trincheira-Bacajá ocorreu na quinta-feira (22) com o objetivo de combater o garimpo ilegal no interior da terra indígena de mesmo nome. A ação ocorreu na região conhecida como Garimpo Manelão, onde foram identificados cinco pontos de exploração clandestina. Os locais foram alvo de mandados de busca e apreensão, além de outras medidas cautelares e acabaram fechados. Não houve prisão. PF e MPT fazem ação contra trabalho escravo no sudoeste do Pará Já a operação da Polícia Federal e do Ministério Público do Trabalho (MPT) para combater condições de trabalho análogo à escravidão foi nos dias 20 e 21 de janeiro e divulgada nesta sexta (23). Na ação, não houve prisão nem pessoas resgatadas, segundo a PF. "A atuação integrada entre a PF e o MPT foi essencial para o êxito dos trabalhos, possibilitando a identificação, a repressão e a responsabilização de práticas ilícitas relacionadas à exploração do trabalho humano na região", informou a PF, que não detalhou as condições de trabalho dos locais fiscalizados. VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará Confira outras notícias do estado no g1 PA
