Jovem esfaqueada ao negar pedido de namoro acorda do coma no RJ, diz mãe
jornaldebrasilia.com.br
Friday, February 20, 2026
UOL/FOLHAPRESS A jovem Alana Anísio Rosa, 20, internada desde 6 de fevereiro após ser esfaqueada 15 vezes por um homem que não aceitava ser rejeitado, acordou do coma hoje.Melhora de Alana foi comunicada pela mãe dela, Jaderluce Anísio de Oliveira, em publicação nas redes sociais. Segundo ela,...

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A jovem Alana Anísio Rosa, 20, internada desde 6 de fevereiro após ser esfaqueada 15 vezes por um homem que não aceitava ser rejeitado, acordou do coma hoje.
Melhora de Alana foi comunicada pela mãe dela, Jaderluce Anísio de Oliveira, em publicação nas redes sociais. Segundo ela, os médicos também avaliaram que a visão da jovem não foi afetada pelo ataque, que atingiu os olhos dela.
Apesar de estar acordada, Alana ainda não consegue falar. Jaderluce explicou que a jovem segue com um tubo de traqueostomia, que ajuda na respiração dela.
Ela deve passar por uma cirurgia para reparar um tendão em uma das mãos, também atingida pela facada. Não há até o momento previsão para que a jovem deixe a CTI do hospital particular no qual está internada, disse a mãe.
Autor do crime, Luiz Felipe Sampaio Cabral, segue preso. O nome do advogado do homem não consta no auto de prisão em flagrante do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O tribunal informou ao UOL que o processo tramita em segredo de Justiça, por isso, não é possível saber quem o defende. O espaço segue aberto para manifestação e será atualizado se houver posicionamento.
Alana foi esfaqueada 15 vezes por Luiz Felipe Sampaio Cabral dentro de casa, em São Gonçalo (RJ). O crime aconteceu em 6 de fevereiro, após uma série de investidas do homem, recusadas pela jovem.
O agressor conheceu a vítima na academia e, desde dezembro de 2025, tentava engatar um relacionamento com ela. Ao recusar os convites para sair, Alana afirmava que não tinha interesse em namorar por estar focada nos estudos.
A maioria das facadas atingiu a jovem na região do pescoço e do rosto. Ela foi socorrida em estado grave a um hospital e colocada em coma induzido até esta semana.
Felipe foi preso em flagrante por tentativa de feminicídio. Ele invadiu a casa da vítima para cometer o ataque. A garota foi ajudada pela mãe, que chegou em casa minutos após o ataque. "Se eu não chego em casa, ia encontrar minha filha morta", disse, em publicação nas redes sociais pouco após o crime.
EM CASO DE VIOLÊNCIA, DENUNCIE
Ao presenciar um episódio de agressão contra mulheres, ligue para 190 e denuncie.
Casos de violência doméstica são, na maior parte das vezes, cometidos por parceiros ou ex-companheiros das mulheres, mas a Lei Maria da Penha também pode ser aplicada em agressões cometidas por familiares.
Também é possível realizar denúncias pelo número 180 -Central de Atendimento à Mulher- e do Disque 100, que apura violações aos direitos humanos.
Há ainda o aplicativo Direitos Humanos Brasil e através da página da Ouvidoria Nacional de Diretos Humanos (ONDH) do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH). Vítimas de violência doméstica podem fazer a denúncia em até seis meses.
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